DOIS DEDOS
Eu fui
contra minha verdadeira vontade
mas fui
Fui não sabendo o caminho do retorno
Placas não conseguem indicar o caminho que fica para trás
Na mala de uma nova vida
Sons do passado, presente e futuro
Música para minha mente e corpo
Sempre com o Vingador da Escuridão
Na mala de uma nova vida
o mais novo prazer
a arte que depende de favores
Eternizar momentos em pedaços de papéis
Na mala de uma nova vida
folhas e duas canetas
Na mala de uma nova vida
o único orgulho do ano
5 segundos no principiante
33 segundos no intermediário
113 segundos no experiente
Campo minado da vida inútil
Fui e estou colocando um ponto final
a uma vida de tantas falsas alegrias
e falsas tristezas
Mas tudo tem um significado, um merecimento
uma lição
Em estradas desconhecidas vou tentar encontrar
uma nova forma de viver, uma revolução de pensamentos
vida cheia de mudanças, vida justa, vida injusta
vida para quem a merecer, vida!
Afinal, vida, é a única coisa que nós temos
Vida que termina, somos pacientes terminais
espalhados em macas nos corredores do mundo
Fui e não vou voltar !
Em um ponto final encerro minha vida
Não prometendo por um novo parágrafo
Dois dedos, primeiros passos para um novo começo
.
quarta-feira, dezembro 31, 2003
terça-feira, dezembro 30, 2003
UM POR UM
Giro dentro de um quadrado
O oceano de perversidade
Corre livre para o fundo
Gira, gira e gira
Para, caí, levanta e gira
Segue em círculos viciados
O quadro no teto de ponta-cabeça
A perversidade imita a pureza
Sinto um fundo buraco de baixo dos meus pés
Girava a roda da fúria
Parando o risco de viver
Viciado em H2O
Minha cabeça dói
Imitando uma porrada na nuca
Olho para minha unha encravada
A raiva plugada na tomada
viver para querer o que?
Água de braços vermelhos
A dor do palhaço
Uma porrada vinda de cima
Olhos para cegar a vista
Na 220 não pode
Eu quero sair
Meus braços estão quebrados
O Palhaço sem maquiagem
A chuva caí
A vista linda com uma borracha, o nada
Podemos então fazer o que quiser
Eu tentei voar por cima de você
Estão todos errados
Giro dentro de um quadrado
O oceano de perversidade
Corre livre para o fundo
Gira, gira e gira
Para, caí, levanta e gira
Segue em círculos viciados
O quadro no teto de ponta-cabeça
A perversidade imita a pureza
Sinto um fundo buraco de baixo dos meus pés
Girava a roda da fúria
Parando o risco de viver
Viciado em H2O
Minha cabeça dói
Imitando uma porrada na nuca
Olho para minha unha encravada
A raiva plugada na tomada
viver para querer o que?
Água de braços vermelhos
A dor do palhaço
Uma porrada vinda de cima
Olhos para cegar a vista
Na 220 não pode
Eu quero sair
Meus braços estão quebrados
O Palhaço sem maquiagem
A chuva caí
A vista linda com uma borracha, o nada
Podemos então fazer o que quiser
Eu tentei voar por cima de você
Estão todos errados
segunda-feira, dezembro 29, 2003
AXÉ "MUSIC" BRASILEIRA
A música odiada
a cadeira ocupada
Sem ouvidos para isso
o romantismo resumido
a palavra amor é trocada
por trepada
Sem ouvidos para isso
meu cérebro não agüenta
meus passos incertos
o ritmo fugido
Não querendo
a rotina da batida
o álcool minha companhia
Saí daqui, querendo fugir
A festa acabou
o som também
volto para casa, na cabeça
Segura o tchan, amarra o tchan
A música odiada
a cadeira ocupada
Sem ouvidos para isso
o romantismo resumido
a palavra amor é trocada
por trepada
Sem ouvidos para isso
meu cérebro não agüenta
meus passos incertos
o ritmo fugido
Não querendo
a rotina da batida
o álcool minha companhia
Saí daqui, querendo fugir
A festa acabou
o som também
volto para casa, na cabeça
Segura o tchan, amarra o tchan
sábado, dezembro 27, 2003
UM AVIÃO QUE NÃO VOA
Milhões de ruas que vão ao mesmo lugar
Seguras, nuas e sem luz
Na calçada eu piso e também no esquecido
Rezo pela luz que me alimenta
Tenta não olhar para trás
Tentaram não olhar
Eu ou você, nós
marcas da figura pálida
Indicam o perdedor
Tapadores de buraco sem fim
Queijo branco na minha janta
Um pesadelo de sonhos
Níveis diferentes de sarcasmo
Vilas inteiras destruídas
Girafas de pescoço quebrado
Uma honra mantida
Domínios registrados
Domínios pagos
Minutos após a ação
A mudança das vagas
Riscas no chão
Uma foto julgada errada
Rastros de paz
Olhares de decepção
Para cima deles o ódio
Nunca mais
Nunca mais
Nunca mais
Nunca mais
Nunca menos
Nunca menos
Nunca menos
Nunca menos
A dança da palavras
Trocas de músicas
Continuo em frente
Continuo para trás
Continuo para o lado
Riscos de riscas pintadas
Jantares gelados
A espera da educação
Uma mesa para cinco
Cadeiras com quatro
Talheres dois
Eles não aprenderam a viver
Na noite perdida
O sol é a luz buscada
Pinturas eternas
Rasgada com meus olhos
Seu nome não é nada
A raiva nasceu
Ultra importante para o presidente
Nada para o vice
Saladas de carne
Churrasco de verduras
A troca irônica
Que é tão obvia
E tão detestada por mim
A conta por favor
Você nunca pode trocar
Através da minha fé, da minha voz
Guerreiros do povo
Deixem as palmas para o fim
Conte-me mais
Não quero você
Não quero você
Não quero você
Não quero você
Não quero você
Quero você
A mentira verdadeira
Quero você, minha ira
Eu e você
Ira
Ira
Ira
Destruindo o mundo destruído
Palito de dentes enfiado nos olhos
O último tempo sem o apito
Meu sonhos
A escuridão dorme como uma criança
Correndo pela floresta fazendo barulho
Serpentes azuis
Olhos azuis
Milhões de vozes clamam para minha volta
Sem querer
Jamais sem entender
A catraca não gira
O bilhete não é aceito
Marchem, marchem para o abismo
Perverso com os olhos
Não querem o não
Não querem o fim
Eu sigo sem parar pra pensar
Não importa o quanto claro ou escuro
Eu vivo morto
Você vai ver...
Milhões de ruas que vão ao mesmo lugar
Seguras, nuas e sem luz
Na calçada eu piso e também no esquecido
Rezo pela luz que me alimenta
Tenta não olhar para trás
Tentaram não olhar
Eu ou você, nós
marcas da figura pálida
Indicam o perdedor
Tapadores de buraco sem fim
Queijo branco na minha janta
Um pesadelo de sonhos
Níveis diferentes de sarcasmo
Vilas inteiras destruídas
Girafas de pescoço quebrado
Uma honra mantida
Domínios registrados
Domínios pagos
Minutos após a ação
A mudança das vagas
Riscas no chão
Uma foto julgada errada
Rastros de paz
Olhares de decepção
Para cima deles o ódio
Nunca mais
Nunca mais
Nunca mais
Nunca mais
Nunca menos
Nunca menos
Nunca menos
Nunca menos
A dança da palavras
Trocas de músicas
Continuo em frente
Continuo para trás
Continuo para o lado
Riscos de riscas pintadas
Jantares gelados
A espera da educação
Uma mesa para cinco
Cadeiras com quatro
Talheres dois
Eles não aprenderam a viver
Na noite perdida
O sol é a luz buscada
Pinturas eternas
Rasgada com meus olhos
Seu nome não é nada
A raiva nasceu
Ultra importante para o presidente
Nada para o vice
Saladas de carne
Churrasco de verduras
A troca irônica
Que é tão obvia
E tão detestada por mim
A conta por favor
Você nunca pode trocar
Através da minha fé, da minha voz
Guerreiros do povo
Deixem as palmas para o fim
Conte-me mais
Não quero você
Não quero você
Não quero você
Não quero você
Não quero você
Quero você
A mentira verdadeira
Quero você, minha ira
Eu e você
Ira
Ira
Ira
Destruindo o mundo destruído
Palito de dentes enfiado nos olhos
O último tempo sem o apito
Meu sonhos
A escuridão dorme como uma criança
Correndo pela floresta fazendo barulho
Serpentes azuis
Olhos azuis
Milhões de vozes clamam para minha volta
Sem querer
Jamais sem entender
A catraca não gira
O bilhete não é aceito
Marchem, marchem para o abismo
Perverso com os olhos
Não querem o não
Não querem o fim
Eu sigo sem parar pra pensar
Não importa o quanto claro ou escuro
Eu vivo morto
Você vai ver...
sexta-feira, dezembro 26, 2003
quinta-feira, dezembro 25, 2003
MUDANÇA
Vou ter que jogar tudo fora
começando pelo coração meu
Fazer uma faxina no apartamento
Organizar aquela estante
Por em ordem alfabética os livros
Limpar o chão
Comprar laranjas para a fruteira
Recortar aquela foto
Pintar as paredes
Tirar aquela mancha
Queimar aquele colchão
Consertar o rádio
Pedir para lavar o sofá
Fazer a manutenção do ar condicionado
Dar adeus para aqueles cds
Pagar o condomínio
Comprar um teclado novo
Trocar as lâmpadas queimadas
Regar as plantas
Comprar uma samambaia
Pendurar o quadro
Encher a geladeira
Vou ter que jogar tudo fora
começando pelo coração meu
Abrir as páginas amarelas
Procurar por uma nova vida
Vou ter que jogar tudo fora
começando pelo coração meu
Fazer uma faxina no apartamento
Organizar aquela estante
Por em ordem alfabética os livros
Limpar o chão
Comprar laranjas para a fruteira
Recortar aquela foto
Pintar as paredes
Tirar aquela mancha
Queimar aquele colchão
Consertar o rádio
Pedir para lavar o sofá
Fazer a manutenção do ar condicionado
Dar adeus para aqueles cds
Pagar o condomínio
Comprar um teclado novo
Trocar as lâmpadas queimadas
Regar as plantas
Comprar uma samambaia
Pendurar o quadro
Encher a geladeira
Vou ter que jogar tudo fora
começando pelo coração meu
Abrir as páginas amarelas
Procurar por uma nova vida
quarta-feira, dezembro 24, 2003
INVISÍVEL ENTRE ELES
O sorriso na face da enforcada
Os olhos do nó
Aguarda o pôr do sol
Emprestaria a sua vida?
É você!
O duelo entre a vida e a morte
acabará com o resultado certo?
Sorrisos em horas erradas
A beleza embriagada com vinho
Maquiagem borrada
O salto esquecido
O ouro anda sozinho
Exposta para qualquer um
ver, sentir, pegar
O sorriso jamais usado novamente
O cérebro em curto com o corpo
Pessoas no ringue
Lute contra o estranho
Lute contra os tolos
Locautei a sua vida
Risadas e mais risadas
Gargalhas e gargalhadas
pelos corredores escuros
Pessoas pagas para chorarem
o sentimento vendido!
O sorriso na face da enforcada
Os olhos do nó
Aguarda o pôr do sol
Emprestaria a sua vida?
É você!
O duelo entre a vida e a morte
acabará com o resultado certo?
Sorrisos em horas erradas
A beleza embriagada com vinho
Maquiagem borrada
O salto esquecido
O ouro anda sozinho
Exposta para qualquer um
ver, sentir, pegar
O sorriso jamais usado novamente
O cérebro em curto com o corpo
Pessoas no ringue
Lute contra o estranho
Lute contra os tolos
Locautei a sua vida
Risadas e mais risadas
Gargalhas e gargalhadas
pelos corredores escuros
Pessoas pagas para chorarem
o sentimento vendido!
terça-feira, dezembro 23, 2003
DESENHANDO AS LETRAS
Rodo as palavras na minha mão
Coloca a cabeça no travesseiro
Durmo e sonho
Tontura, giro, bagunça, mistura
Anos 60 nos anos 90
O presente querendo o passado de presente
A loucura para voltar ao tempo
Ela diz...
e eu...
Oi e tchau
Lustre sua testa
tenha idéias novas
Gavetas escondidas
nas paredes
Desenhando as letras
fazendo palavras
dando sentido para alguém
Escrevendo desenhos dos meus
pensamentos, dos meus desejos
Rodo as palavras na minha mão
Coloca a cabeça no travesseiro
Durmo e sonho
Tontura, giro, bagunça, mistura
Anos 60 nos anos 90
O presente querendo o passado de presente
A loucura para voltar ao tempo
Ela diz...
e eu...
Oi e tchau
Lustre sua testa
tenha idéias novas
Gavetas escondidas
nas paredes
Desenhando as letras
fazendo palavras
dando sentido para alguém
Escrevendo desenhos dos meus
pensamentos, dos meus desejos
segunda-feira, dezembro 22, 2003
DIVIDINDO - ME
Notas no violão que soam o silêncio
Palavras pequenas para o caderno grande
A vontade de brincar, brigar
O sorriso de boca fechada
Escuto de olhos fechados
A vontade de brincar, brigar
Tapas na cara do cara
A vontade de brigar, brincar
Quis assim desde o fim
O começo do fim
não quero um sim
com o negativo assim
im, im, im
eu ou mim?
Deve, teve
eu não consigo
Fugir fugindo fujão
Fugi de mim
Eu fiquei para dentro
e mim ficou para fora
eu me dividi
eu e mim
Notas no violão que soam o silêncio
Palavras pequenas para o caderno grande
A vontade de brincar, brigar
O sorriso de boca fechada
Escuto de olhos fechados
A vontade de brincar, brigar
Tapas na cara do cara
A vontade de brigar, brincar
Quis assim desde o fim
O começo do fim
não quero um sim
com o negativo assim
im, im, im
eu ou mim?
Deve, teve
eu não consigo
Fugir fugindo fujão
Fugi de mim
Eu fiquei para dentro
e mim ficou para fora
eu me dividi
eu e mim
domingo, dezembro 21, 2003
PEDIDO
Cada um com sua vida própria
querendo ser controlado pelos três
Os mais pedidos
seguido dos fracassos seus
A vida não é tão importante
Pode ser um resumo do nosso livro
Vote nos pedidos selecionados
Uma dança para o ritmo
Passos que vão para cá e para lá
Passos que não se encontram
Caminhos diferentes, ritmos diferentes
Meu cérebro não é o seu
e vice-versa
e versa-vice
Um pedido para caminhar juntos
O mesmo disco na vitrola
a rua que segue reta
a padaria na esquina
Em busca de um nome para a nossa obra
obra, abro, obra, abro
abro o dicionário para a obra
Cada um com sua vida própria
querendo ser controlado pelos três
Os mais pedidos
seguido dos fracassos seus
A vida não é tão importante
Pode ser um resumo do nosso livro
Vote nos pedidos selecionados
Uma dança para o ritmo
Passos que vão para cá e para lá
Passos que não se encontram
Caminhos diferentes, ritmos diferentes
Meu cérebro não é o seu
e vice-versa
e versa-vice
Um pedido para caminhar juntos
O mesmo disco na vitrola
a rua que segue reta
a padaria na esquina
Em busca de um nome para a nossa obra
obra, abro, obra, abro
abro o dicionário para a obra
sábado, dezembro 20, 2003
DARK AVENGER
Ouça os tambores, trompetes e flautas
O som emanado nos avisa que é hora
Dark Avenger pelos meus olhos
Essa cara amarrada
Fúria, Amor, Rebelião
Histórias, O fim...
Dentre outros temas
para uma discografia
Minha porta de saída da tristeza
Minha escadaria para fugir do mundo
Minha inspiração para viver esses dias de luta
Recordação
palavras que a definiam
uma decepção
uma lágrima escorrida
O Branco de sua pele
se transformou em uma
Coroa de Espinhos para meu cérebro
Dark Avenger para além da vida
Trilha sonora para o meu julgamento
Olhar de ironia para cima dos anciões
Já sabendo minha sentença obscura
Lado a lado com os Vingadores
Uma súbita união
Meu hino para lutar
Diga os nomes e os lugares
Que a vingança será feita
Lado a lado com os Vingadores
Uma súbita união
Ruir o prédio do preconceito
Ressoar as notas através
dos rugidos de um leão
Sepulto o passado e vivo meu presente
Misteriosa força que me guia
O futuro nos reserva muitas surpresas
Muitas pedras no caminho...
Mas eu posso prever meu futuro
Continuarei lado a lado com os Vingadores
Pela eternidade além da vida
-------------------------------
P.S.: Hoje é o grande dia, vou ver a banda Dark Avenger ao vivo!!! vai ser muito bom!
Ouça os tambores, trompetes e flautas
O som emanado nos avisa que é hora
Dark Avenger pelos meus olhos
Essa cara amarrada
Fúria, Amor, Rebelião
Histórias, O fim...
Dentre outros temas
para uma discografia
Minha porta de saída da tristeza
Minha escadaria para fugir do mundo
Minha inspiração para viver esses dias de luta
Recordação
palavras que a definiam
uma decepção
uma lágrima escorrida
O Branco de sua pele
se transformou em uma
Coroa de Espinhos para meu cérebro
Dark Avenger para além da vida
Trilha sonora para o meu julgamento
Olhar de ironia para cima dos anciões
Já sabendo minha sentença obscura
Lado a lado com os Vingadores
Uma súbita união
Meu hino para lutar
Diga os nomes e os lugares
Que a vingança será feita
Lado a lado com os Vingadores
Uma súbita união
Ruir o prédio do preconceito
Ressoar as notas através
dos rugidos de um leão
Sepulto o passado e vivo meu presente
Misteriosa força que me guia
O futuro nos reserva muitas surpresas
Muitas pedras no caminho...
Mas eu posso prever meu futuro
Continuarei lado a lado com os Vingadores
Pela eternidade além da vida
-------------------------------
P.S.: Hoje é o grande dia, vou ver a banda Dark Avenger ao vivo!!! vai ser muito bom!
sexta-feira, dezembro 19, 2003
CARRO
Uma xícara de café por favor
Sente-se e espere
Espere ela, não tenha vergonha
Eu sei que você é tímido
Sente-se e espere
Espere ela, a garçonete
E ele chegou...
Ele??
Sim, meu melhor amigo!
Mais uma xícara de café?
Sim, obrigado!
Conversas...
assuntos do passado, presente
e as vezes do futuro
Gargalhadas e mais gargalhadas...
Recordações guardadas com carinho
Todas as visões divididas
( Olhe aquela mina! )
Mais uma xícara de café
Uma só ?
Sim ...
E ele? Não vai querer?
Vai querer?
Não!
Saudade daquela época
Uma lágrima escorre por dentro
O passado nunca voltará
O que foi feito não se paga
E o que deixou-se de fazer castiga!
Ele vai embora, eu fico
Vou tentar galantear aquela garçonete
Pode ir, eu pago
Ele atravessa a rua sem olhar
O carro ...
A garçonete fica para mais tarde!
Uma xícara de café por favor
Sente-se e espere
Espere ela, não tenha vergonha
Eu sei que você é tímido
Sente-se e espere
Espere ela, a garçonete
E ele chegou...
Ele??
Sim, meu melhor amigo!
Mais uma xícara de café?
Sim, obrigado!
Conversas...
assuntos do passado, presente
e as vezes do futuro
Gargalhadas e mais gargalhadas...
Recordações guardadas com carinho
Todas as visões divididas
( Olhe aquela mina! )
Mais uma xícara de café
Uma só ?
Sim ...
E ele? Não vai querer?
Vai querer?
Não!
Saudade daquela época
Uma lágrima escorre por dentro
O passado nunca voltará
O que foi feito não se paga
E o que deixou-se de fazer castiga!
Ele vai embora, eu fico
Vou tentar galantear aquela garçonete
Pode ir, eu pago
Ele atravessa a rua sem olhar
O carro ...
A garçonete fica para mais tarde!
quinta-feira, dezembro 18, 2003
DEUS, ADEUS!
Ele faz o sinal da cruz
e manda um amém para o céu
Isso é apenas um ritual
Ele não tem nada no coração
Deus, o dele, é a luz da insatisfação
Juro por ti meu amor
Amor, que amor é esse?
Não sabemos!
Ninguém nunca havia perguntado isso
Amor, que amor é esse?
Não faço questão de explicar
A minhas idéias não te pertencem
Seu nome, não significa nada
Lugares estranhos
Sua fé não chega até lá
Cruzando rios
Ele vê as pegadas
A areia ganha o fundo
Ele faz o sinal da cruz
e manda uma amém para o céu
coloca um pente novo
Saí atirando, sem direção
A bala vem até mim
O curioso sem resposta e sem vida
Ele faz o sinal da cruz
e manda um amém para o céu
Isso é apenas um ritual
Ele não tem nada no coração
Deus, o dele, é a luz da insatisfação
Juro por ti meu amor
Amor, que amor é esse?
Não sabemos!
Ninguém nunca havia perguntado isso
Amor, que amor é esse?
Não faço questão de explicar
A minhas idéias não te pertencem
Seu nome, não significa nada
Lugares estranhos
Sua fé não chega até lá
Cruzando rios
Ele vê as pegadas
A areia ganha o fundo
Ele faz o sinal da cruz
e manda uma amém para o céu
coloca um pente novo
Saí atirando, sem direção
A bala vem até mim
O curioso sem resposta e sem vida
quarta-feira, dezembro 17, 2003
A MORTE DO RESPEITO
E o respeito social suicidou-se
pulou, morreu, espatifou-se
E isso a muito tempo
Respeito tinha que ser vendido
como se vende pães na padaria
com uma placa bem grande escrito:
Vende-se Respeito Vende-se
Aluga-se respeito por pequena quantia
até se dá o negocio, já que não vende.
talvez se engane quem tem tal qualidade
por pensar que ela serve para algo hoje.
É, alugar como se aluga carros...
Pranchas na praia...
Bicicletas no Parque do Ibirapuera...
Mas me diga, você o alugaria em qual ocasião?
Talvez alugasse num dia cinzento, num dia qualquer
tanto pão, como bike são bons a toda hora.
e talvez a sensação de vazio se aplacasse
se em alguma hora o desejo sumisse...
Eu o alugaria para emprestar aos outros
Principalmente para aquele cara
Para aquele senhor
Para aquela muralha
Para aquele doutor
Eu o daria para qualquer um
para qualquer sensação, para o tempo
que não respeita as horas
e arranca de nós as idéias e pensamentos
Poderia mandar pelo correio
Selos colados com a saliva
O respeito tem valor ou peso?
Talvez nenhum nem outro
o respeito não tem jeito, está morto
como o peixe no mercado
ou a celulose do teu papel
E o respeito social suicidou-se
pulou, morreu, espatifou-se
E o respeito social suicidou-se
pulou, morreu, espatifou-se
E isso a muito tempo
Respeito tinha que ser vendido
como se vende pães na padaria
com uma placa bem grande escrito:
Vende-se Respeito Vende-se
Aluga-se respeito por pequena quantia
até se dá o negocio, já que não vende.
talvez se engane quem tem tal qualidade
por pensar que ela serve para algo hoje.
É, alugar como se aluga carros...
Pranchas na praia...
Bicicletas no Parque do Ibirapuera...
Mas me diga, você o alugaria em qual ocasião?
Talvez alugasse num dia cinzento, num dia qualquer
tanto pão, como bike são bons a toda hora.
e talvez a sensação de vazio se aplacasse
se em alguma hora o desejo sumisse...
Eu o alugaria para emprestar aos outros
Principalmente para aquele cara
Para aquele senhor
Para aquela muralha
Para aquele doutor
Eu o daria para qualquer um
para qualquer sensação, para o tempo
que não respeita as horas
e arranca de nós as idéias e pensamentos
Poderia mandar pelo correio
Selos colados com a saliva
O respeito tem valor ou peso?
Talvez nenhum nem outro
o respeito não tem jeito, está morto
como o peixe no mercado
ou a celulose do teu papel
E o respeito social suicidou-se
pulou, morreu, espatifou-se
terça-feira, dezembro 16, 2003
AS CHAVES DA VINGANÇA
Um quarto com cadeados
grades, guardiões
e sem chaves
Incriminado pela vida
Sentença dita pelo teu Juiz
Sem sol, Sem janela
O céu ou o inferno me aguarda
Indo de um lado para o outro
Cantos formam linhas do desespero
A parede meu caderno
A imaginação minha caneta
Meu trilho foi desenhado nos olhos
Ando, ando e ando
Nos meus trilhos da imaginação
Ando procurando pelo meu futuro
O fim do túnel não existe
Fecho os olhos...
Vejo meu banquete
Trato com educação meus criados
Sinto o cheiro que vem da cozinha
Bebo meu vinho Italiano
Com o coração agradecendo
Enquanto como meu pão com água
Meus sonhos são a minha janela
Minha imaginação o meu conforto
Sinceramente não fiz nada
para merecer tão cruel destino
As pessoas se enganam
As pessoas mentem
As pessoas criam coisas
As pessoas escolhem uma marionete
Rezo por suas almas
Dou risada da ignorância
Apimento suas vidas sem graça
Eu fui escolhido
como um monte de gente
Meus sonhos são a minha janela
Minha imaginação o meu conforto
Mas creio que virá o dia da verdade
O dia da sua compreensão
O dia da sua lamentação
O dia da sua vergonha
E não me peça ajuda
Eu vou jogar fora as chaves
---------------------------------------------
P.S.: "..." pq vc nao se identificou? te conheço?? acho q sou eu que mudo a cada 5 minutos, ou pq alguns poemas eu escrevo junto com outra pessoa, ou sei lá, é a inspiracao que vem na hora!
Um quarto com cadeados
grades, guardiões
e sem chaves
Incriminado pela vida
Sentença dita pelo teu Juiz
Sem sol, Sem janela
O céu ou o inferno me aguarda
Indo de um lado para o outro
Cantos formam linhas do desespero
A parede meu caderno
A imaginação minha caneta
Meu trilho foi desenhado nos olhos
Ando, ando e ando
Nos meus trilhos da imaginação
Ando procurando pelo meu futuro
O fim do túnel não existe
Fecho os olhos...
Vejo meu banquete
Trato com educação meus criados
Sinto o cheiro que vem da cozinha
Bebo meu vinho Italiano
Com o coração agradecendo
Enquanto como meu pão com água
Meus sonhos são a minha janela
Minha imaginação o meu conforto
Sinceramente não fiz nada
para merecer tão cruel destino
As pessoas se enganam
As pessoas mentem
As pessoas criam coisas
As pessoas escolhem uma marionete
Rezo por suas almas
Dou risada da ignorância
Apimento suas vidas sem graça
Eu fui escolhido
como um monte de gente
Meus sonhos são a minha janela
Minha imaginação o meu conforto
Mas creio que virá o dia da verdade
O dia da sua compreensão
O dia da sua lamentação
O dia da sua vergonha
E não me peça ajuda
Eu vou jogar fora as chaves
---------------------------------------------
P.S.: "..." pq vc nao se identificou? te conheço?? acho q sou eu que mudo a cada 5 minutos, ou pq alguns poemas eu escrevo junto com outra pessoa, ou sei lá, é a inspiracao que vem na hora!
domingo, dezembro 14, 2003
CADEIRAS CEREBRAIS
Aplausos silenciosos
para o meu talento
Aplausos, senhores, aplausos
para o meu constante aborrecimento
O tempo é curto, senhores
e eu não tenho tempo para os seus aplausos
silenciosos e falsos
A peça da minha vida
está cheia de cadeiras me assistindo
o vazio, o espaço... se emocionam
com minha história escrita por linhas verticais
Um monólogo, eu recito um monólogo
minha história se repete e o vazio aplaude e agradece
Os paus e linhas do meu rosto se contorcem
enquanto as cadeiras vazias se enfurecem
Elas vaiam
A história minha é ruim, mal escrita e triste
E o fim chegou
ele veio como ela chega em mim
tocando meu corpo e me acariciando
Mas seu toque é frio, disperso
logo é sonho triste e inesperado
E ela não é ela, é apenas mais uma personagem
presa entre paredes, reflexos da minha própria imagem
O tempo é tão curto ...
Ela, um capítulo da história
a parte triste para mim
muitos erros...
O capítulo que
as cadeiras, o espaço, o vazio
tiveram compaixão de mim
A parte triste da minha história, aquilo
que eu não consigo esquecer
O vazio é meu vício constante
abraço as cadeiras, não consigo esquecer
seus erros, minha história, eu e você
As cadeiras sorriem quando eu choro, elas gostam das minhas lágrimas
Cadeiras de madeira, eram madeira
elas, todas elas, estavam em pé
cortadas por um ódio com braços e olhos
um bolso vazio
Hoje, o sangue verde me assiste
demonstrando sentimentos
para minha imaginação
Aplausos silenciosos
para o meu talento
Aplausos, senhores, aplausos
para o meu constante aborrecimento
O tempo é curto, senhores
e eu não tenho tempo para os seus aplausos
silenciosos e falsos
A peça da minha vida
está cheia de cadeiras me assistindo
o vazio, o espaço... se emocionam
com minha história escrita por linhas verticais
Um monólogo, eu recito um monólogo
minha história se repete e o vazio aplaude e agradece
Os paus e linhas do meu rosto se contorcem
enquanto as cadeiras vazias se enfurecem
Elas vaiam
A história minha é ruim, mal escrita e triste
E o fim chegou
ele veio como ela chega em mim
tocando meu corpo e me acariciando
Mas seu toque é frio, disperso
logo é sonho triste e inesperado
E ela não é ela, é apenas mais uma personagem
presa entre paredes, reflexos da minha própria imagem
O tempo é tão curto ...
Ela, um capítulo da história
a parte triste para mim
muitos erros...
O capítulo que
as cadeiras, o espaço, o vazio
tiveram compaixão de mim
A parte triste da minha história, aquilo
que eu não consigo esquecer
O vazio é meu vício constante
abraço as cadeiras, não consigo esquecer
seus erros, minha história, eu e você
As cadeiras sorriem quando eu choro, elas gostam das minhas lágrimas
Cadeiras de madeira, eram madeira
elas, todas elas, estavam em pé
cortadas por um ódio com braços e olhos
um bolso vazio
Hoje, o sangue verde me assiste
demonstrando sentimentos
para minha imaginação
sábado, dezembro 13, 2003
VARIAÇÕES
Variações...
de conclusões
de mal-estar
de prazer
de ser
de desespero
de humilhação
de desculpa
de bomba
de noite
de poder
de refrigerante
de telefone
de pessoas
de culpa
de diferença
Variações...
de variações
Possibilidades
Variações
ações
varias
ações
Vá, ria
Dia internacional
das variações
Amanhã não haverá a mesma
mas outras
Variações de palavras
Variações de fim
MIF IMF FMI ( não, esse não! )
FIM PORRA!
Variações...
de conclusões
de mal-estar
de prazer
de ser
de desespero
de humilhação
de desculpa
de bomba
de noite
de poder
de refrigerante
de telefone
de pessoas
de culpa
de diferença
Variações...
de variações
Possibilidades
Variações
ações
varias
ações
Vá, ria
Dia internacional
das variações
Amanhã não haverá a mesma
mas outras
Variações de palavras
Variações de fim
MIF IMF FMI ( não, esse não! )
FIM PORRA!
sexta-feira, dezembro 12, 2003
SOL
Gritos fugindo da garganta
se libertam das correntes
que amarram meu cérebro
Sei lá
Sei cá
Sei ali
Sei aqui
Essa ignorância ainda vai fazer um buraco no chão que vai engolir esse tipo de pessoa...
Sei, não sei
talvez sei
Livres para escolher a dúvida da vez que aparecerá na TV manipulando o alimento do cérebro...
Dedos voam das mãos
Em cada buraco
cavado pelos dedos
fora de controle
Em cada buraco
enchido de escuro vazio
A gaveta ao meu lado está aberta dizendo para esconder minhas notícias boas para a população...
Vou sair, mentir
Um lugar só meu
parado sinto
as paredes contra minha consciência
Sei lá
Sei cá
Sei ali
Sei aqui
O sol brilhou pela manhã batendo na minha porta pedindo um café doce mas meio amargo...hein??
Gritos fugindo da garganta
se libertam das correntes
que amarram meu cérebro
Sei lá
Sei cá
Sei ali
Sei aqui
Essa ignorância ainda vai fazer um buraco no chão que vai engolir esse tipo de pessoa...
Sei, não sei
talvez sei
Livres para escolher a dúvida da vez que aparecerá na TV manipulando o alimento do cérebro...
Dedos voam das mãos
Em cada buraco
cavado pelos dedos
fora de controle
Em cada buraco
enchido de escuro vazio
A gaveta ao meu lado está aberta dizendo para esconder minhas notícias boas para a população...
Vou sair, mentir
Um lugar só meu
parado sinto
as paredes contra minha consciência
Sei lá
Sei cá
Sei ali
Sei aqui
O sol brilhou pela manhã batendo na minha porta pedindo um café doce mas meio amargo...hein??
quinta-feira, dezembro 11, 2003
PENSAMENTOS
Giro entre meus dedos
os pensamentos deles
Analisando a situação
digo não mais
Subtraindo do cérebro
a tolice da minha avaliação
Ei... você!!
De azul e vermelho,
cueca a vista
Terra a vista
A vista ou Parcelado
tanto faz
Retomando o assunto
Ei... você!
Compre a vista
Parcelado tem os juros
Aquelas regras pequena
mal notadas no comercial
Mas não quero falar disso
Saí da minha cabeça sem querer
Ainda todos
estão apertando a campainha
barulho infernal
assombrando o meu descaso
Ecoam pelos corredores
a solidão
Paz e amor
Traz muita dor
RIMOUUUU
Giro entre meus dedos
eles, todos deles
pensamentos
Giro entre meus dedos
os pensamentos deles
Analisando a situação
digo não mais
Subtraindo do cérebro
a tolice da minha avaliação
Ei... você!!
De azul e vermelho,
cueca a vista
Terra a vista
A vista ou Parcelado
tanto faz
Retomando o assunto
Ei... você!
Compre a vista
Parcelado tem os juros
Aquelas regras pequena
mal notadas no comercial
Mas não quero falar disso
Saí da minha cabeça sem querer
Ainda todos
estão apertando a campainha
barulho infernal
assombrando o meu descaso
Ecoam pelos corredores
a solidão
Paz e amor
Traz muita dor
RIMOUUUU
Giro entre meus dedos
eles, todos deles
pensamentos
quarta-feira, dezembro 10, 2003
TRONO DE PORCELANA
Sento no meu trono
Faço regras para o povo
Obrigo se tornarem escravos
para o meu deleite
Força para meu poder
Aos meus pés a riqueza
o mundo submerso do meu ouro
A palavra da minha conveniência
para meu coração de gelo
com sentimento engolido pelo meu trono
o certo massacrado pela água turva
Modelos todos, ao me gosto
Variedade de jardins
Giletes cortam o sujo
Ligo os pontos das paredes
Desenho minha ambição
Papel para apagar o precário
Cheiro do depois
Levanto
Dou uma olhada
Limpo
e puxo a descarga
Sento no meu trono
Faço regras para o povo
Obrigo se tornarem escravos
para o meu deleite
Força para meu poder
Aos meus pés a riqueza
o mundo submerso do meu ouro
A palavra da minha conveniência
para meu coração de gelo
com sentimento engolido pelo meu trono
o certo massacrado pela água turva
Modelos todos, ao me gosto
Variedade de jardins
Giletes cortam o sujo
Ligo os pontos das paredes
Desenho minha ambição
Papel para apagar o precário
Cheiro do depois
Levanto
Dou uma olhada
Limpo
e puxo a descarga
terça-feira, dezembro 09, 2003
SUBINDO PARA BAIXO
Faça meu sonho voar
Muita complicação
Subindo para baixo
no abismo da pedra
sangrando concreto
Subindo para baixo
uma evolução que regride
Que a chuva traga a noite
Raios loucos iluminando o sol
Alivio imediato para meu desprazer
A calamidade de minhas palavras
Surge um novo velho dia
a mesma preocupação rotineira
por isso a velha adivinhação
O rastro de fogo invisível
um desculpa para a dor
O branco se torna preto com o tempo
Esse tempo que passa
e não apaga sentimentos
O preto se torna branco com o tempo
a variação de palavras
as vezes não muda o significado do nada
Faça meu sonho voar
Muita complicação
Subindo para baixo
no abismo da pedra
sangrando concreto
Subindo para baixo
uma evolução que regride
Que a chuva traga a noite
Raios loucos iluminando o sol
Alivio imediato para meu desprazer
A calamidade de minhas palavras
Surge um novo velho dia
a mesma preocupação rotineira
por isso a velha adivinhação
O rastro de fogo invisível
um desculpa para a dor
O branco se torna preto com o tempo
Esse tempo que passa
e não apaga sentimentos
O preto se torna branco com o tempo
a variação de palavras
as vezes não muda o significado do nada
segunda-feira, dezembro 08, 2003
TROCAS VOLUNTÁRIAS
A agulha inocente
Entra na carne do pecador
1. Som de violino
2. Gritos vindo de um escritório
3. Recuperação para este mês
4. Salvar um ano perdido
5. Olhando para as bundas alheias
6. Esquecendo das palavras na lousa
7. Vítimas de uma luta
8. risco do coração
9. Vindo de forma exagerada
10. Até o seu pulmão
11. Fogos de artificio explodem
12. Dentro da minha cabeça
13. Fumaça da morte
14. Sendo produzido pelo Zé
15. Abaixe-se, segure a mão da fé
16. vento de leva para o inferno
17. amor de suga para o céu
18. Uma frase feita depois para completar
O pecador inocente
Entra na agulha da carne
1. Tarifado para o uso
2. Lucros e benefícios
3. Débito ou Créditos?
4. Arquivo, abrir
5. extensão .ódio
6. word não abre
7. windows executou uma operação ilegal
8. Prenda-me, processe-me
9. Riscos de uma arma na cintura
10. A mira incorreta
11. A bala no coração
12. Sem sentido
13. Observar o mar
14. Estudar a matemática
15. Pontos que lhe faltam
16. Apanhar para aprender
17. Sinal de tristezas
18. tempo não volta atrás
A carne inocente
Entra no pecador da agulha
A agulha inocente
Entra na carne do pecador
1. Som de violino
2. Gritos vindo de um escritório
3. Recuperação para este mês
4. Salvar um ano perdido
5. Olhando para as bundas alheias
6. Esquecendo das palavras na lousa
7. Vítimas de uma luta
8. risco do coração
9. Vindo de forma exagerada
10. Até o seu pulmão
11. Fogos de artificio explodem
12. Dentro da minha cabeça
13. Fumaça da morte
14. Sendo produzido pelo Zé
15. Abaixe-se, segure a mão da fé
16. vento de leva para o inferno
17. amor de suga para o céu
18. Uma frase feita depois para completar
O pecador inocente
Entra na agulha da carne
1. Tarifado para o uso
2. Lucros e benefícios
3. Débito ou Créditos?
4. Arquivo, abrir
5. extensão .ódio
6. word não abre
7. windows executou uma operação ilegal
8. Prenda-me, processe-me
9. Riscos de uma arma na cintura
10. A mira incorreta
11. A bala no coração
12. Sem sentido
13. Observar o mar
14. Estudar a matemática
15. Pontos que lhe faltam
16. Apanhar para aprender
17. Sinal de tristezas
18. tempo não volta atrás
A carne inocente
Entra no pecador da agulha
domingo, dezembro 07, 2003
Carne Morta
Beijando paredes de açougue
Eu me enojo
Sinto a magica de sua carne
Vamos a um churrasco?
Vendo as peças dependuradas,
Fria e sem vida, assim como meus sentidos,
Me exalto ao ver o sangue pingando de suas peças;
Gelada e inerte é tudo que resta neste açougue,
Lavando minhas mãos com sangue
Meus olhos comem aqueles corações
Sento, respiro... que venha a picanha
Garçom a conta!
Uma taça de vinho e um sorriso;
Sangue em nossos pratos e o cheiro do fogo;
Queimam os corações diante meu olhos;
Por fim chega o garçom, com a conta
Espero o carniceiro do motorista trazer meu carro
no meio da estrada vejo um cão morto
vomito aqueles corações no painel
o cão fica para trás junto com meus prazeres da carne
Para ele nada mais que um osso;
Que ele passara a roer durante a eternidade;
Sem mais nada esperar de ninguém;
Pois ele sabe que um osso é um osso.
Uma sociedade desfeita
As portas fechadas
O frigorifico está quente
As facas estão cegas
-----
P.S.: Feito junto com meu companheiro de poemas do Dark Souls
Beijando paredes de açougue
Eu me enojo
Sinto a magica de sua carne
Vamos a um churrasco?
Vendo as peças dependuradas,
Fria e sem vida, assim como meus sentidos,
Me exalto ao ver o sangue pingando de suas peças;
Gelada e inerte é tudo que resta neste açougue,
Lavando minhas mãos com sangue
Meus olhos comem aqueles corações
Sento, respiro... que venha a picanha
Garçom a conta!
Uma taça de vinho e um sorriso;
Sangue em nossos pratos e o cheiro do fogo;
Queimam os corações diante meu olhos;
Por fim chega o garçom, com a conta
Espero o carniceiro do motorista trazer meu carro
no meio da estrada vejo um cão morto
vomito aqueles corações no painel
o cão fica para trás junto com meus prazeres da carne
Para ele nada mais que um osso;
Que ele passara a roer durante a eternidade;
Sem mais nada esperar de ninguém;
Pois ele sabe que um osso é um osso.
Uma sociedade desfeita
As portas fechadas
O frigorifico está quente
As facas estão cegas
-----
P.S.: Feito junto com meu companheiro de poemas do Dark Souls
sábado, dezembro 06, 2003
ROSAS VERDES
A única coisa que me mantém vivo
é o som do abridor de lata
Disse a velha
ironizando a vida de um gato
As mentiras pagas ao irmão
Fé desgraçada
alienação dos versículos
Querendo fugir dos espinhos
das rosas verdes
Balsas de meia
Árvores com folhas roxas
Cabelos raspados
Carros de vidro
Olhos loucos
o cheiro responde tudo
Mate sua vontade
Mate sua fome
Mate seu tempo
Instinto assassino
1
2
3
4
5
O vazio cheio de esperança
Iluminado por luzes piscantes
As dificuldades são motivos de risadas
tente você encarar o personagem
veja como ele está se divertindo
Risadas altas
entram pelos ouvidos
O cérebro produz raiva
Olhos se afogando em lágrimas
Parabéns, mais um trauma na criança
Indo embora para o espaço
Movimentos de atração
Círculos na minha mente
Minhas pernas estão bambas
Cadeira igual a um ponto de ônibus
estou aqui esperando pelo esperado
as horas demoram a passar
suas risadas sempre me persegue
O melhor amigo de alguns
são os remédios
remédios que mantêm a chama da vida acessa
jogando para fora do presente o futuro
Lixeiras anatômicas
entupidas de clarão
uivando
chorando
A única coisa que me mantém vivo
é o som do abridor de lata
Disse a velha
ironizando a vida de um gato
As mentiras pagas ao irmão
Fé desgraçada
alienação dos versículos
Querendo fugir dos espinhos
das rosas verdes
Balsas de meia
Árvores com folhas roxas
Cabelos raspados
Carros de vidro
Olhos loucos
o cheiro responde tudo
Mate sua vontade
Mate sua fome
Mate seu tempo
Instinto assassino
1
2
3
4
5
O vazio cheio de esperança
Iluminado por luzes piscantes
As dificuldades são motivos de risadas
tente você encarar o personagem
veja como ele está se divertindo
Risadas altas
entram pelos ouvidos
O cérebro produz raiva
Olhos se afogando em lágrimas
Parabéns, mais um trauma na criança
Indo embora para o espaço
Movimentos de atração
Círculos na minha mente
Minhas pernas estão bambas
Cadeira igual a um ponto de ônibus
estou aqui esperando pelo esperado
as horas demoram a passar
suas risadas sempre me persegue
O melhor amigo de alguns
são os remédios
remédios que mantêm a chama da vida acessa
jogando para fora do presente o futuro
Lixeiras anatômicas
entupidas de clarão
uivando
chorando
sexta-feira, dezembro 05, 2003
ALT + F4
Faz tempo que não escrevo
idéias que não se
conectam com a ponta da caneta
Escrevo as vezes imaginando
que tipo de pessoa vai ler
Palavras que valem por bytes
os viciados ao meu encontro
a luz do monitor
brônzea a sua pele
Você é o que eu quero ser
seus bytes ao meu encontro
admiro sua forma
me inspiro em seus raciocínios
No meio da página
escritas com fervor
sua blusa vermelha
me distancia
E no fim
comento
Imagino sua dor
querendo sua alegria
ALT + F4
Faz tempo que não escrevo
idéias que não se
conectam com a ponta da caneta
Escrevo as vezes imaginando
que tipo de pessoa vai ler
Palavras que valem por bytes
os viciados ao meu encontro
a luz do monitor
brônzea a sua pele
Você é o que eu quero ser
seus bytes ao meu encontro
admiro sua forma
me inspiro em seus raciocínios
No meio da página
escritas com fervor
sua blusa vermelha
me distancia
E no fim
comento
Imagino sua dor
querendo sua alegria
ALT + F4
quinta-feira, dezembro 04, 2003
GAIOLA
Chegou a estação
não te vejo
transbordo de alegria
minha alma caí no chão
e rola de tanto rir
Eu odeio tudo isso
Fábrica de gaiolas ao lado
Será que fabricam para humanos?
Do tipo GG?!
Vou comprar uma para você
amarrar suas asas
te deixar no canto escuro do meu coração
passando fome
e o que é pior para você
sem me ver
Minha alma continua no chão
a rolar de felicidade
Galinhas que não chocam ovos!
Chegou a estação
não te vejo
transbordo de alegria
minha alma caí no chão
e rola de tanto rir
Eu odeio tudo isso
Fábrica de gaiolas ao lado
Será que fabricam para humanos?
Do tipo GG?!
Vou comprar uma para você
amarrar suas asas
te deixar no canto escuro do meu coração
passando fome
e o que é pior para você
sem me ver
Minha alma continua no chão
a rolar de felicidade
Galinhas que não chocam ovos!
segunda-feira, dezembro 01, 2003
SEM TÍTULO
Desespero
Revolta e dor
Me vejo sair correndo
sinto minha mão chegar na sua cara
o sangue que escorrego do seu nariz
simboliza o derramamento do amor
Invado o IML
chego perto do seu cadáver,
do seu corpo nu
não, eu não vou fazer o que eu fazia antes
sussurro no seu ouvido
a biografia do nosso amor
depois as crônicas do seus erros
das merdas que você fez
da sua burrice
Eu sei que também errei
mas me entendo com meu amigo depois
Aos gritos repito as crônicas
para seu cérebro não perder nenhuma parte
minha ira por você quero que seja levada por sua alma
e fique vagando pela eternidade
Venha puxar meus pés enquanto eu durmo
eu te desafio, Oh Santidade da Burrice
Puxe meus pés...
Que eu faço questão de morrer
e te encontrar aonde quer que seja
vou enforcar a tua eternidade
te matar de novo e seguir meu caminho
para de baixo da terra!
Hoje entendo a linha suave
que existe entre o amor e o ódio
Meus olhos castanhos
estão vermelhos
É o fogo da ira queimando!
Meu cérebro está pulsando
clamando por vingança
Você não poderia ter feito coisa pior,
você fez o que mais me enoja em uma mulher
Faça o que quiser com sua vida, eu sei
mas um dia nossas vidas foram uma só
e você fez questão de não respeitar nenhum pouco isso
VAI TOMAR NO SEU CU!
Eu sei ser muito bem o cara mais bom do mundo
mas meu ódio estimulado eu fico cego para a bondade
Coloco numa balança
para saber de quem que eu estou com mais raiva
de você ou de mim
Meu prazeres me cegaram e eu continuei
eu sabia, eu sentia...
pensei que você tinha mudado
mas respeito para você para os outros,
consideração e inteligência
não são fabricados pela Triton ou pela Kelf
Foda-se o que vocês pensam das minhas palavras
não dou a mínima para o julgamento alheio
Foda-se!
Quero descarregar minha raiva
O que você prefere?
Minhas palavras?
Ou os socos que eu estou com vontade de dar?
O desprezo que eu não queria
chegou, bateu na minha porta...
se instalou, para Windows e Linux
Meus olhos castanhos
estão vermelhos
É o fogo da ira queimando!
Meu cérebro está pulsando
clamando por vingança
Desespero
Revolta e dor
Me vejo sair correndo
sinto minha mão chegar na sua cara
o sangue que escorrego do seu nariz
simboliza o derramamento do amor
Invado o IML
chego perto do seu cadáver,
do seu corpo nu
não, eu não vou fazer o que eu fazia antes
sussurro no seu ouvido
a biografia do nosso amor
depois as crônicas do seus erros
das merdas que você fez
da sua burrice
Eu sei que também errei
mas me entendo com meu amigo depois
Aos gritos repito as crônicas
para seu cérebro não perder nenhuma parte
minha ira por você quero que seja levada por sua alma
e fique vagando pela eternidade
Venha puxar meus pés enquanto eu durmo
eu te desafio, Oh Santidade da Burrice
Puxe meus pés...
Que eu faço questão de morrer
e te encontrar aonde quer que seja
vou enforcar a tua eternidade
te matar de novo e seguir meu caminho
para de baixo da terra!
Hoje entendo a linha suave
que existe entre o amor e o ódio
Meus olhos castanhos
estão vermelhos
É o fogo da ira queimando!
Meu cérebro está pulsando
clamando por vingança
Você não poderia ter feito coisa pior,
você fez o que mais me enoja em uma mulher
Faça o que quiser com sua vida, eu sei
mas um dia nossas vidas foram uma só
e você fez questão de não respeitar nenhum pouco isso
VAI TOMAR NO SEU CU!
Eu sei ser muito bem o cara mais bom do mundo
mas meu ódio estimulado eu fico cego para a bondade
Coloco numa balança
para saber de quem que eu estou com mais raiva
de você ou de mim
Meu prazeres me cegaram e eu continuei
eu sabia, eu sentia...
pensei que você tinha mudado
mas respeito para você para os outros,
consideração e inteligência
não são fabricados pela Triton ou pela Kelf
Foda-se o que vocês pensam das minhas palavras
não dou a mínima para o julgamento alheio
Foda-se!
Quero descarregar minha raiva
O que você prefere?
Minhas palavras?
Ou os socos que eu estou com vontade de dar?
O desprezo que eu não queria
chegou, bateu na minha porta...
se instalou, para Windows e Linux
Meus olhos castanhos
estão vermelhos
É o fogo da ira queimando!
Meu cérebro está pulsando
clamando por vingança
MORAL
Seja educado
não entre
obrigado
Você não tem convite
para a certeza
Cada um tem o seu pensamento
seus motivos
Definir o certo, o correto
é muito difícil,
só seu professor de matemática pode...
Parabéns...
você foi muito mal na prova
Eu penso que X é o certo
e você que é o Y
Opinião derivada do cérebro
O que eu estou tentando fazer
é uma crítica
Cada um é cada um
como meu irmão fala
Sua cabeça, seu guia
como todos falam
Definir o certo
é uma coisa pessoal
Mas tem pessoas
que tem sua própria opinião
mas não a sustenta
se deixa convencer...
o que falta é atitude
é fazer-se respeitar
Manipulação de idéias
é o dom de alguns
a falta de respeito
o ego inchado
são suas características
Cego pela vitória
O respeito
todos deveriam ter
não usar suas mãos
Entender que o X é para mim
e o Y é para você
Respeite...
cada um faz o que achar melhor
Quem somos nós para criticar?
Uma sociedade falida sobre seus ideais
eu te digo!
Sem moral...
--------
P.S.: Vou colocar uns links aqui no meu blog, quem quiser fazer uma troca de links é so deixar o url nos comentarios...
P.S.2: Muito obrigado pelos comentários, eles são muito importantes para mim!
P.S.3: Quando vocês acharem alguma palavra errada pode me corrigir, eu sou metido a escrever e nem pra escrever direito...maior mico!
P.S.4: Quem quiser publicar algum dos meus poemas no seu respectivo blog pode...mas diga que fui eu que escrevi, por favor, pra minha mamãe ficar feliz. Achar que eu estou fazendo sucesso!
Seja educado
não entre
obrigado
Você não tem convite
para a certeza
Cada um tem o seu pensamento
seus motivos
Definir o certo, o correto
é muito difícil,
só seu professor de matemática pode...
Parabéns...
você foi muito mal na prova
Eu penso que X é o certo
e você que é o Y
Opinião derivada do cérebro
O que eu estou tentando fazer
é uma crítica
Cada um é cada um
como meu irmão fala
Sua cabeça, seu guia
como todos falam
Definir o certo
é uma coisa pessoal
Mas tem pessoas
que tem sua própria opinião
mas não a sustenta
se deixa convencer...
o que falta é atitude
é fazer-se respeitar
Manipulação de idéias
é o dom de alguns
a falta de respeito
o ego inchado
são suas características
Cego pela vitória
O respeito
todos deveriam ter
não usar suas mãos
Entender que o X é para mim
e o Y é para você
Respeite...
cada um faz o que achar melhor
Quem somos nós para criticar?
Uma sociedade falida sobre seus ideais
eu te digo!
Sem moral...
--------
P.S.: Vou colocar uns links aqui no meu blog, quem quiser fazer uma troca de links é so deixar o url nos comentarios...
P.S.2: Muito obrigado pelos comentários, eles são muito importantes para mim!
P.S.3: Quando vocês acharem alguma palavra errada pode me corrigir, eu sou metido a escrever e nem pra escrever direito...maior mico!
P.S.4: Quem quiser publicar algum dos meus poemas no seu respectivo blog pode...mas diga que fui eu que escrevi, por favor, pra minha mamãe ficar feliz. Achar que eu estou fazendo sucesso!