SUA / SEU
Nem nada novo acontece
muitas vezes, só mais uma vez
Pare de acreditar
uma mente insana nasceu
Talvez seja tudo fantasia
Você vê no que crê?
Deixa tudo passar
as ruas sempre se encontram
em cada esquina
Seu olhar...
Nada mais que a realidade
te anima a cada dia para a terra
Suba nas montanhas baixas
de energia posterior a mente
o que você quer ser?
Perguntas cretinas
suas mágoas ficam guardas
numa caixinha preta
dentro de seu cérebro
Mais uma dia
mais uma chance
de você engolir
a realidade
Como continuar a crescer?
TODOS
A nova era
levante e faça seu destino
traga-me ruas a seguir
Escute o poder chegar
a morte renasce!!
Não mais das trevas
e sim a cada respiro meu
Faço um buraco
com minha mente
sinto cada passo
eu, eu, eu...
Somente eu dentro
da minha cabeça
engano-me em cada
linha traçada no chão
Insuportavelmente, eu me acompanho
vejo eu meus próprios olhos
a minha sombra queimar...
Correndo por mim
matando por mim
A vida respira
submersa na água
desespero...
encho meu pulmão de água
Afogo-me em um fogo
ICE
Sozinho
eu vou , eu vou
Minha mente me atrapalha
gostaria de viver sem ela
150 reais... tenho que pagar isso?
Eu seria mais feliz com esse dinheiro
no meu bolso furado
Ridículas situações do mundo de hoje
Fez tudo de graça, mamou nas tetas
e agora cobra isso
Mas nem é o mérito da questão
que no caso sou eu
ou minha mente que atrapalha
as vezes não só a mim
mas muitas pessoas do sexo oposto!
Sozinho eu vou
eu vou
Rimas não solucionam meu problema
nem acalma minha mente
Só, a tristeza
meu tempo perdido naquela cadeira
Dinheiro ganhei
o bom investimento foram nas ICES.
quarta-feira, agosto 03, 2005
terça-feira, junho 28, 2005
ELEMENTOS
Uma síndroma invade uma cidade
Árvores desmaiam
Rios em mares vermelhos se transformam
a ignorância domina a sua mente
As folhas caem dementes
como pensamentos hipócritas desfolhados
do frio da alma. não há ninguém que ouça
ou veja
ou fale.
estamos todos sós como folhas doentes.
Somos doentes dementes
caídos no chão como folhas mortas
com o coração riscado
no tronco da árvore
e a seiva ainda escorre do tronco
o canivete ainda perfura nosso vazio
abandonados a própria sorte
afundados numa cama azul e sem coberta.
Mente vazia,
durmo olhando para o branco de sua sombra
atrás das grades soltas de uma parede
e pela janela de tijolos
vejo o verde, aquela nossa árvore
Atrás das grades eu vejo tudo entrecortado
o azul do céu não me anima
mente vazia,
tempo ocioso, tempo ocioso
aquela árvore vai morrer um dia.
Tudo morre um dia,
o que é eterno é o tempo
o velho e bom tempo
Que morre em sentimentos
que cria novos desejos
Como um símbolo matemático infinito
tudo recomeça do principio.
Mas o tempo não é sempre razoável
ele faz os sentidos adormecerem
e acordarem num mesmo instante.
um novo desejo reanima as horas incessantes.
E a árvore morta ou não
sempre estará em nossas mentes, corações
um símbolo para a imagem
de ser ou não ser
razões, motivos, discussões
Sempre estará lá como motivo de acordar
todas as manhãs cinzentas ou azuis.
E mesmo distante de todas as coisas
a imagem verde ainda povoará os espaços
dos nossos pensamentos
Um dia após o outro
um cigarro após o outro
vou acabando com minha vida
Um fogo após o outro.
Uma síndroma invade uma cidade
Árvores desmaiam
Rios em mares vermelhos se transformam
a ignorância domina a sua mente
As folhas caem dementes
como pensamentos hipócritas desfolhados
do frio da alma. não há ninguém que ouça
ou veja
ou fale.
estamos todos sós como folhas doentes.
Somos doentes dementes
caídos no chão como folhas mortas
com o coração riscado
no tronco da árvore
e a seiva ainda escorre do tronco
o canivete ainda perfura nosso vazio
abandonados a própria sorte
afundados numa cama azul e sem coberta.
Mente vazia,
durmo olhando para o branco de sua sombra
atrás das grades soltas de uma parede
e pela janela de tijolos
vejo o verde, aquela nossa árvore
Atrás das grades eu vejo tudo entrecortado
o azul do céu não me anima
mente vazia,
tempo ocioso, tempo ocioso
aquela árvore vai morrer um dia.
Tudo morre um dia,
o que é eterno é o tempo
o velho e bom tempo
Que morre em sentimentos
que cria novos desejos
Como um símbolo matemático infinito
tudo recomeça do principio.
Mas o tempo não é sempre razoável
ele faz os sentidos adormecerem
e acordarem num mesmo instante.
um novo desejo reanima as horas incessantes.
E a árvore morta ou não
sempre estará em nossas mentes, corações
um símbolo para a imagem
de ser ou não ser
razões, motivos, discussões
Sempre estará lá como motivo de acordar
todas as manhãs cinzentas ou azuis.
E mesmo distante de todas as coisas
a imagem verde ainda povoará os espaços
dos nossos pensamentos
Um dia após o outro
um cigarro após o outro
vou acabando com minha vida
Um fogo após o outro.
sábado, maio 07, 2005
MINHAS MENTIRAS
Olhos fechados
mais nada eu vejo
volto para minha vida
secretos são descobertos
meu sangue chora
por um perdão da minha
louca consciência
Por que?
tantos motivos para isso
é a fuga da prisão passada
Os seus olhos
Nada mais vejo
somente seus olhos
seus desejos
seus olhares
minhas mentiras
Nada mais vejo
somente seus olhos
refletirem minhas mentiras
Por que?
Não sei, talvez pelos meus braços
Mas são razões desconhecidas
A muralha da falsa felicidade
um dia caí, nada é perfeito
REASCENDENDO
Vivo de novo
reascendo aquele fogo
por ventos em curvas
saio do caminho certo
Esquecendo o resto da rua
que eu deixei para trás?
Tão errado de estar certo
Suas palavras me confundem
mas não deixam a minha certeza de lado
A violência enjoa a dor em minha mente
a minha paz cala-se
Se você soubesse tudo
que eu tenho para te falar
Te conhecendo distante de sua verdade
sei que tudo pode acontecer
Você nunca imaginaria meu tormento passado
memórias que me dão medo
Você me molda mais uma vez
me transforma na mais perfeita forma
que ficará guardada no seu bolso
Descartada com o passar do tempo
Mas reascendo aquele fogo
que eu e você sentimos
Mas seus medos, suas falsas razões
são a água limpa
E eu tenho tanto a te falar
Mas a minha verdade não lhe ataca
minha raiva fica presa na garganta
Olhos fechados
mais nada eu vejo
volto para minha vida
secretos são descobertos
meu sangue chora
por um perdão da minha
louca consciência
Por que?
tantos motivos para isso
é a fuga da prisão passada
Os seus olhos
Nada mais vejo
somente seus olhos
seus desejos
seus olhares
minhas mentiras
Nada mais vejo
somente seus olhos
refletirem minhas mentiras
Por que?
Não sei, talvez pelos meus braços
Mas são razões desconhecidas
A muralha da falsa felicidade
um dia caí, nada é perfeito
REASCENDENDO
Vivo de novo
reascendo aquele fogo
por ventos em curvas
saio do caminho certo
Esquecendo o resto da rua
que eu deixei para trás?
Tão errado de estar certo
Suas palavras me confundem
mas não deixam a minha certeza de lado
A violência enjoa a dor em minha mente
a minha paz cala-se
Se você soubesse tudo
que eu tenho para te falar
Te conhecendo distante de sua verdade
sei que tudo pode acontecer
Você nunca imaginaria meu tormento passado
memórias que me dão medo
Você me molda mais uma vez
me transforma na mais perfeita forma
que ficará guardada no seu bolso
Descartada com o passar do tempo
Mas reascendo aquele fogo
que eu e você sentimos
Mas seus medos, suas falsas razões
são a água limpa
E eu tenho tanto a te falar
Mas a minha verdade não lhe ataca
minha raiva fica presa na garganta
domingo, fevereiro 27, 2005
NÃO FALE
As luzes estão apagadas
todo nosso caminho foi perdido
estrada desconhecida que
eu já corri antes
O amanha não sei
eu nem sabia do ontem
o futuro posso lhe dizer
As minhas respostas
são mais que suas perguntas
A inocência não me atinge
O tempo longe de mim foi perdido
Crianças em volta
da casa quadrada
são o mistério
de minha vida
A correnteza me levou
o mais profundo pensar
foi escutado debaixo d'água
O risco
grande rabisco
grande desafio
o grande perigo
minúsculo desprazer
Leve-me a outro mundo
em um sonho louco
traga-me a razão da vida
eu respirarei o seu amor
para todo o sempre de um segundo
Leve-me a outro mundo
este é pequeno de mais
para nós dois
As luzes estão apagadas
todo nosso caminho foi perdido
estrada desconhecida que
eu já corri antes
O amanha não sei
eu nem sabia do ontem
o futuro posso lhe dizer
As minhas respostas
são mais que suas perguntas
A inocência não me atinge
O tempo longe de mim foi perdido
Crianças em volta
da casa quadrada
são o mistério
de minha vida
A correnteza me levou
o mais profundo pensar
foi escutado debaixo d'água
O risco
grande rabisco
grande desafio
o grande perigo
minúsculo desprazer
Leve-me a outro mundo
em um sonho louco
traga-me a razão da vida
eu respirarei o seu amor
para todo o sempre de um segundo
Leve-me a outro mundo
este é pequeno de mais
para nós dois
terça-feira, fevereiro 08, 2005
O INSTANTE DO AMANHA
A minha visão impede o muro
chute e socos são vazados pelo ar
a minha calma
acaba num lindo dia de sol
A minha paz acaba no verde do farol
palavras, palavras jogadas fora
ninguém prestou atenção, nem mesmo eu,
e quando percebo o vazio vejo
já é tarde, preciso ir embora.
Preciso ir embora
morrer para nascer em outro dia
novas expectativas assolam-me
na virada de mesa
o chão me segura
Mas não por muito tempo
não há um limite pra minha queda.
Eu caio sobre o colchão e acordo
sem mesmo perceber os raios de sol
acontece todo dia: eu apago e reacendo
e mesmo assim não lembro dos meus sonhos.
Um sonho, mera ilusão
pesadelos são reais
deles eu lembro
querendo esquecer meu caderno de anotação
a minha realidade está no papel
A minha realidade É o papel
e a minha vida se desenrola numa canção
me perco entre notas, maços de notas falsas
fico beirando a realidade por ingratidão
a mim mesmo. Espero acordada a realização de um desejo.
Desejo comum a tantos outros seres
vencer a vida antes dela nos matar
as necessidades tornam-se
um complexo na sociedade
pobre de dinheiro
pobre de espírito
Da beira da minha cama eu vejo as pessoas passando
com suas camisas fechadas, seus sapatos apertados
e me pergunto onde eu me encaixo nisso tudo?
A vontade de me mover como uma peça de xadrez
nesse jogo solitário
vence a vontade do meu vizinho:
lucrar, lucrar e engordar sozinho!
Fecho os olhos e bato meus pensamentos na parede
analiso meus passos
corro das minhas atitudes
viajo no meu tempo perdido por você
quero mais morrer em seus prazos
tempo que me leva e busca
Eu acho que me fechei para o resto
quando apaguei o caminho que fiz
não sei voltar, estou sozinho
e você acha graça, permanece rindo
naquela foto de tanto tempo atrás.
A foto registra o tempo que passou
a magia fica para trás
e não volta mais,
o caminho que faço para frente voltando
explode de rancor
explode de caos e amargura
me sinto invertida por dentro
por fora pedra, por dentro espuma
morrendo a cada instante sem perceber.
mas quer saber. Eu não ligo!
a minha vida se resume a isso.
A minha visão impede o muro
chute e socos são vazados pelo ar
a minha calma
acaba num lindo dia de sol
A minha paz acaba no verde do farol
palavras, palavras jogadas fora
ninguém prestou atenção, nem mesmo eu,
e quando percebo o vazio vejo
já é tarde, preciso ir embora.
Preciso ir embora
morrer para nascer em outro dia
novas expectativas assolam-me
na virada de mesa
o chão me segura
Mas não por muito tempo
não há um limite pra minha queda.
Eu caio sobre o colchão e acordo
sem mesmo perceber os raios de sol
acontece todo dia: eu apago e reacendo
e mesmo assim não lembro dos meus sonhos.
Um sonho, mera ilusão
pesadelos são reais
deles eu lembro
querendo esquecer meu caderno de anotação
a minha realidade está no papel
A minha realidade É o papel
e a minha vida se desenrola numa canção
me perco entre notas, maços de notas falsas
fico beirando a realidade por ingratidão
a mim mesmo. Espero acordada a realização de um desejo.
Desejo comum a tantos outros seres
vencer a vida antes dela nos matar
as necessidades tornam-se
um complexo na sociedade
pobre de dinheiro
pobre de espírito
Da beira da minha cama eu vejo as pessoas passando
com suas camisas fechadas, seus sapatos apertados
e me pergunto onde eu me encaixo nisso tudo?
A vontade de me mover como uma peça de xadrez
nesse jogo solitário
vence a vontade do meu vizinho:
lucrar, lucrar e engordar sozinho!
Fecho os olhos e bato meus pensamentos na parede
analiso meus passos
corro das minhas atitudes
viajo no meu tempo perdido por você
quero mais morrer em seus prazos
tempo que me leva e busca
Eu acho que me fechei para o resto
quando apaguei o caminho que fiz
não sei voltar, estou sozinho
e você acha graça, permanece rindo
naquela foto de tanto tempo atrás.
A foto registra o tempo que passou
a magia fica para trás
e não volta mais,
o caminho que faço para frente voltando
explode de rancor
explode de caos e amargura
me sinto invertida por dentro
por fora pedra, por dentro espuma
morrendo a cada instante sem perceber.
mas quer saber. Eu não ligo!
a minha vida se resume a isso.
sexta-feira, janeiro 07, 2005
IGUAIS AOS OUTROS
Em um velório alegre
escondo os meus desejos
Os meus sonhos transcendem
a vida morta
Sombras do acaso
escurecem o caminho da vitória
barreiras de pedras são enfileiradas
compostas de um ódio
Mortal e imoral
a janela fechada
o sol da meia noite
está dormindo
O brilho da sua alma
nem isso
ilumina meus passos
Será que algo importa?
Tento descobrir meus sentimentos desconhecidos
o som , somente você
O mistério enlouquece a verdade
sem tempo para receber meu amor
chega meu final sem fim
somente pára
para eu descer de sua vida
Em um velório alegre
escondo os meus desejos
Os meus sonhos transcendem
a vida morta
Sombras do acaso
escurecem o caminho da vitória
barreiras de pedras são enfileiradas
compostas de um ódio
Mortal e imoral
a janela fechada
o sol da meia noite
está dormindo
O brilho da sua alma
nem isso
ilumina meus passos
Será que algo importa?
Tento descobrir meus sentimentos desconhecidos
o som , somente você
O mistério enlouquece a verdade
sem tempo para receber meu amor
chega meu final sem fim
somente pára
para eu descer de sua vida