domingo, dezembro 26, 2004

HOJE SEM 24 HORAS

As vezes me pergunto...
Um espaço vazio de respostas!

Nada que eu me lembro
que tenha acontecido antes

Jogo das palavras
o envolvimento
a inteligência

Nem sempre a melhor conclusão
é a que quero
ou que queríamos
ou que devemos querer
ou que devo querer

A união
Um só

Experimento uma nova vida
de escondidos e velhos pensamentos

A parte que me ajuda a ficar louco
Resgatada numa reflexão

As vezes me pergunto...
Um espaço vazio de respostas

Entre minha vontade
e da sociedade
Entre minha vontade
e um não!

Mentiras sem nexo para alguns
Mentiras absolutas para um crente
Mentiras para mim mesmo
Mentiras para ninguém

Só sozinho esqueço
Só sozinho me condeno

Uma pausa para pensar na vida
As lágrimas que ajudam o passar do tempo
Afogando um passado sombrio
na margem de um rio

IO IO IO IO IO IO IO IO IO IO IO

Lá fora a visão da chuva
Um desejo infantil
Não com você

Me perco mais ainda em você
Fujo de uma sociedade
Fujo de olhares
Fujo de te encontrar
em momentos entos tos sss

Não aprendi a mentir para mim mesmo

Nem é tanto por você
é por mim
Penso o quanto eu
e o quanto você
acho que sou eu...

Psicológico abalado
Quero deixar você fugir de mim
mas não assim

A raiva me persegue
quando olho para alguns pensamentos

Garçom mais um dose
claro que eu to afim
a noite inteira nunca tem fim

Fujo da minha razão
Fujo de mim
Mas não fujo do choro do fim

IM IM IM IM IM IM IM IM IM IM IM IM

Mais uma dose
meu cérebro me pegou
e levou até você
sem querer até seu sorriso

E esse poema não tem fim
cheio de muitos im

A minha história continua
Qualquer dia próximos capítulos
de um frustrado

Mas vou curtir a noite inteira
bebendo, bebendo, bebendo endo endo endo
com o coração endo endo endo endo

Um fim assim, sem fim, para mim

Nenhum comentário: